Machismo de Saia
Não tenho muito contra o feminismo. Apenas acho que existem coisas mais importantes para direcionar minha atenção. Mas algumas coisas me deixam irrequieto. Bem estava eu rolando o dedo médio no mouse, checando meu feed de notícias no Facebook quando me deparei com um artigo na Internet compartilhado por meu amigo Janes.
Nas linhas que se seguiam, tratavam o machismo como algo indigno e opressor - tomando por base uma publicação dos anos 50. Ora, tudo é uma questão de contexto e uma conjuntura em que se vive. Será que as mulheres da época em questão se sentiam realmente oprimidas ou encaravam a clausura como uma oferta de segurança? Garanto que muitas delas odiariam ter que trabalhar, enfrentar trânsito, as pressões do trabalho, TPM (pré e pós-menstrual) e tantas outras coisas que as aflige.
Acho sim que buscar igualdade entre os gêneros, em alguns aspectos, algo realmente válido, mas algumas mudanças nos antigos paradigmas só tem trazido mais problemas para a sociedade. Nos anos 50 eram tempos diferentes. Uma mulher era educada para ser uma esposa, nada mais do que isso. Obedecia-se a nossa configuração biológica, afinal, a vida na savana não era muito diferente. Modificou-se a forma, mas nunca a essência.
Nos tempos da savana, os machos saíam pra caçar e pescar enquanto as fêmeas cuidavam da caverna e da cria. Os homens retornavam para seus lares para descansar depois de um dia estafante. Acendiam uma fogueira para contar as aventuras do dia, afagar a prole e sentir o carinho da sua mulher.
Não muito diferente do que acontecia nos anos 50: o homem saía pra trabalhar e a mulher cuidava da casa e dos filhos. Ele voltava pra casa após um dia estafante. Ligavam o rádio, comentavam as pressões sofridas na dispendiosa rotina ao afagar a prole e receber o carinho da esposa.
Em muitos casos elas adoram o machismo, principalmente aqueles que envolvem o cavalheirismo. Abrir a porta do carro, levar café na cama, puxar a cadeira no jantar e até mesmo matar uma barata são atividades puramente machistas. Dar presentes, cortejar nas mais variadas formas... Isso não é obrigação masculina, mas não há relatos de denúncia de abusos e opressão nesses casos. Acho que não existe feminismo na hora de pagar a conta.
Em muitos casos elas adoram o machismo, principalmente aqueles que envolvem o cavalheirismo. Abrir a porta do carro, levar café na cama, puxar a cadeira no jantar e até mesmo matar uma barata são atividades puramente machistas. Dar presentes, cortejar nas mais variadas formas... Isso não é obrigação masculina, mas não há relatos de denúncia de abusos e opressão nesses casos. Acho que não existe feminismo na hora de pagar a conta.
Não vejo motivo para tanta revolta. Repito, tudo é uma questão de contexto. Espero realmente que as pessoas que ocupam o mesmo nível hierárquico recebam um salário compatível com sua produção e não pelo gênero sexual. No entanto, garanto que o feminismo um dia se tornará um machismo de saia porque algumas delas tem sede de poder e não de igualdade. É tudo conversa fiada, coisa de mulher estúpida mal-comida para retardadas ignorantes.
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