Pílades e Orestes
Domingo passado, depois de alguns anos ausentes, eu e minha companheira conseguimos ir numa banda de carnaval. Se comemorava os 40 anos do Bloco das Piranhas, uma das bandas mais populares e tradicionais da cidade de Manaus. Negociamos uma diária com a babá do nosso filho e partimos.
Por motivos óbvios, fomos de ônibus. A noite prometia e uns chopes gelados e caipirinhas estavam nos planos. No trajeto, saquei o celular do bolso para ler um conto machadiano. Escolhi o texto intitulado Pílades e Orestes. E o que deveria ser uma leitura despretensiosa se transformou na descoberta de mais uma obra magistral daquele que foi um verdadeiro mestre das Letras. O enredo é simples, mas nele percebemos toda a maestria de Machado de Assis para conduzir uma narrativa.
Com o pouco tempo que hoje tenho para ler e escrever, em toda a oportunidade que me surge tento otimizar tais momentos. E assim se deu este momento que levei da minha casa à Arena da Amazônia: um mergulho numa singela obra de um escritor genial. Se você ainda não leu, procure o PDF e aproveite. Os celulares servem pra muitas coisas mais que a navegação infrutífera pelos labirintos das redes sociais. Navegue na Web, não naufrague!
Comentários
Postar um comentário