Sobre o Meu Retorno à Hotelaria

Quando saí do hotel Go Inn em 2015, disse à senhora responsável pelo setor de Recursos Humanos que apesar de eu não ter descoberto o que eu queria pra minha vida, ao menos eu descobrira o que eu NÃO queria. E com esse discurso eu me despedi jurando nunca mais voltar ao ramo hoteleiro.
Entretanto, após o término da minha bolsa de Mestrado e a necessidade um emprego para prover as necessidades de uma criança, o retorno à hotelaria foi inevitável. Foi aí que surgiu a oportunidade de trabalhar no Blue Tree.
Lembro-me que no primeiro dia de trabalho, quando no trajeto pilotava minha Kansas, cantava baixinho o trecho de uma música do Raul Seixas que diz assim: "mamãe eu não queria, mamãe eu não queria...". E nesse clima se deu a minha volta. Por pura necessidade de momento, afinal, o plano era terminar o mestrado e migrar para a docência. Deste modo, tudo o que eu queria era dar um novo rumo na minha vida profissional.
Existem textos no meu blog, da época que eu trabalhava na Rede Atlântica, ressaltando pontos positivos na minha rotina de trabalho, porém, algumas coisas sempre me incomodaram - questões que não cabem neste texto. 
Entretanto, o motivo de eu estar escrevendo sobre hotelaria foi a promoção que eu recebi esta semana. Após 6 meses da minha contratação passei de Recepcionista Jr. para Recepcionista Pleno, ascendo à hierarquia da empresa, o que representa talvez um pequeno passo para um turismólogo que almeja ser professor, mas um grande passo para o hoteleiro que está dando valor às oportunidades. Gratidão e felicidade definem este momento. Agora,  mais do que nunca, repetindo o mantra da Senhora Chieko Aoki (fundadora da empresa), eu posso dizer:

EU TENHO A ALMA BLUE TREE!


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