Um Príncipe Em Minha Vida
Hoje, dia 27, meu filho completa 3 meses e não posso negar que sua chegada tem sido um bálsamo para minha vida. Porém, algo que achei interessante sobre este período é o baque que a dura tarefa de cuidar de outro ser humano parece afetar muito mais o pais do que as mães. Percebia, durante a gestação, que minha mulher se sentia genuinamente mãe enquanto eu ainda não me sentia pai. Mas creio que agora as coisas estão mais equilibradas e me sinto cada vez mais responsável, altruísta e dedicado.
Porém, o que mais tem me incomodado é admitir o quanto esse tempo todo estive errado sobre a paternidade. Talvez não seja tão ruim como eu imaginava. A chegada do bebê tem me motivado bastante, dando um sentido à minha vida que, durante muito tempo, teve uma orientação niilista/pessimista. Até então, autores como Nietzsche e Cioran fizeram parte das minhas leituras. Hoje em dia tenho usado muito mais as sugestões de escritores como Mário Sérgio Cortella e Augusto Cury no cotidiano, buscando crescer emocionalmente, lapidando o meu eu.
Posso dizer que me sinto muito mais feliz, satisfeito com a vida que tem parecido muito mais compensadora que outrora. Nunca pensei que me renderia, mas me impressiona o bem que uma criança tem me proporcionado e agora não posso mais imaginar como seriam as coisas sem este príncipe em minha vida. Obrigado, filho, por ter feito a minha vida valer a pena. Eu te amo, Leonardo!
Quem te viu, quem te vê! Rsrs
ResponderExcluirVerdade, meu amigo. Mudei alguns dos meus conceitos.
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